Puede que me ciegue la fe, pero vuelvo a creer.

8 Novembro, 2009 at 11:41 pm | In Coisa minha, Dia-a-Dia, Diversão, Just me, Sonhos | 5 Comments
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[Se você acha que ser fã é bobeira é melhor parar por aqui. Sinta-se à vontade para ir a sua direita na tela e fechar a página. Caso leia, por favor, guarde suas críticas.Não preciso delas nesse momento.]

Eu tinha planos para a minha vida de fã. Eu queria terminar com ela. Não por não gostar mais, apenas por sentir necessidade de deixar isso de lado e priorizar outras coisas na minha vida. Eu cheguei a escrever pra mim mesma, uma especie de carta, pra que eu lesse todos os dias e colocasse na minha cabeça que essa era a melhor solução. Eu enxerguei claramente que o saldo de felicidade estava negativo. Era um minuto – um intenso minuto – de alegria, para horas arrastadas de frustrações. Eu não deixaria de admirar, de gostar, de ser a fã que no fundo sou. Eu estava em busca de um equilibrio, em que eu não me dedicasse tanto(do meu jeito de se dedicar). Mas, eu deixei claro nesse mesmo texto que talvez eu não conseguisse. E bom, eu não consegui.

Tinha batido o pé até o último minuto que não iria à turnê, anunciada ainda em agosto. antes daquele pocket. E não planejava ir mesmo. Mas, como tudo muda e é imprevisível nessa vida, por impulso eu decidi que colocaria a cara para bater e estaria lá, prestigiando o ínicio da carreira solo dela. De verdade, não me arrependo nem um segundo. E voltei cheia de orgulho dessa menina.

Ela já tinha feito sua parte no programa do Jô(Videos I e II). Tinha se saído super bem no pânico da rádio Joven Pan( Videos I,II, III e IV). E eu não esperava menos dos shows, que começaram em São Paulo, no dia 03. Não vi muita coisa, queria ter surpresa no show que eu iria, dois dias depois. E me surpreendi com essa ex-rebelde, sabia?

Antes de tudo, eu confesso, não estava muito animada. Cheguei a pensar que realmente, a minha “cartinha” tinha tido algum efeito. Mas, não. Foi só chegar em frente ao Vivo Rio, diante daquela fila e sob aquele sol e calor infernal, que eu percebi ainda ser a mesma. Clima de fila é uma coisa que eu não explico. E apesar de não ter ficado tanto nela, já sabendo que pouco importava o lugar ali e o vamos ver seria lá dentro, eu senti um frio na barriga quando atravessei o a grade dos portões abertos e corri até a área vip. Conquistei meu espaço, não na grade. Mas perto o suficiente para não deixar o sorriso ir embora do meu rosto.

Sorriso que só cresceu quando ela entrou, arrasou, mostrou a que veio com o SEU sorriso. Aquele contagiante que é uma das suas marcas. Dava pra sentir felicidade transbordando por todos os lados daquele lugar. Principalmente no palco, onde Anahí fez jus ao nome da sua turnê e levou o público ao delirio.

Eu conheci uma Anahí mais madura. Talvez, a banda não tinha o perfil e ela, apesar de aparecer muito e com sucesso, não se mostrava tanto. Mas, sozinha, ali, ela dominou o palco. Dançou, cantou e se revelou junto a sua própria banda e dançarinos. Em um show perfeitamente ensaiado, com efeitos e surpresas em vários momentos.

Logo na abertura, ela surgiu de uma bolha e delira com a multidão que não cessa os gritos e canta junto “Mi delirio“.  A nova versão de “Desesperadamente Sola“, sua música de anos atrás, estava na boca dos fãs e levantou a todos. Então, ela nos lembrou RBD e começou a cantar “Algún Día“, música que eu amo e sempre quis ouvir nos shows.  E logo, ela aparece com seu jeitinho e apresenta “Para Qué“, uma das canções do seu disco que sai ainda esse mês. Não tinha gostado muito dela, mas no show é incrivelmente boa. Voltou pra RBD e cantou “Tal vez Despues“. Bate uma saudade da banda, com todo mundo cantando fervorosamente.

Bom, ela saiu e voltou com essa roupinha rosa. Sentou, sozinha no meio do palco e todo mundo respirou fundo, já sabendo o que viria pela frente. “Te puedo Escuchar” é a música que ela fez, para um amigo que morreu a algum tempo. Uma canção linda, tanto na letra quando na melodia. E cantar com emoção é algo que Anahí sabe fazer muito bem. Ela, que costuma “chorar” nessas músicas, deve ter derramado lágrimas de verdade no primeiro show. Não sei se elas caíram no show do dia 05, mas com certeza a emoção existiu. Dela e de todos. Impossivel não se emocionar ao olhar o telão e ver o close do seu rosto, de olhos fechados e deixando a voz sair. Seria frio não se arrepiar com seu olhar e sua sinceridade ao ouvir, emocionada, as palmas e os gritos de “Anahí, eu te amo” ao fim da canção. E eu posso dizer que esse foi um dos momentos, se não o mais, marcantes para mim.

Recomposta, ela voltou lá no seu passado musical e trouxe “Como cada día” e “No digas nada“, do RBD. Adoro as duas, e amo quando todo mundo sabe e deixa o show ainda mais emocionante.

E não é que essa safada, me surpreendeu com essa música? “Él me mintió”, do novo cd. Não dava nada por ela, mas no show ela é A música e eu vi Any arrasar.

Aí ela fez algo que foi super legal. Pra quem não sabe, a Anahí sofreu de Anorexia, e hoje, recuperada, luta por ajudar quem sofre desse mal. Uma fã no Brasil, fez uma música também envolta em uma campanha, e mostrou pra Any. Nos últimos shows do RBD, ela cantou. E agora em sua turnê, está cantando também. “Just Breathe” é linda,e sim, emocionante.

Depois, ela cantou uma música super agitada, que ninguém sabe o nome. Essa hora eu fiquei meio parada, com os olhos pregados, mas sem cantar. Afinal, não sabia né? E emendou com uma super nova versão de “Superenamorandome”. Sua baladinha antiga voltou com força total, com direito a dancinha estilo Single ladies, e colocou o público em alfa com a coreografia, a cantora e os dançarinos(u lá lá) no palco.

Feito isso, ela saí de cena e sua dançarina faz um showzinho a parte enquanto ela troca de roupa e…volta vestida de fada pra cantar a música que jamais sairá de seu repertório. “Sálvame“, é a música que sempre leva os fãs a cantarem com todo o coração. E é sempre arrepiante ouvi-la ao vivo. Ainda mais, quando ela literalmente voa sobre o palco. Linda!

Passado o momento magia, a gente também tem uma Anahí rockeira. Toda espevitada e “fingindo” tocar muito, ela chega com sua guitarra e canta uma música inédita, mas que delira geral. Muito boa essa parte. Depois apresenta os músicos, os dançarinos e ela mesma como guitarrista. Dá uma escorregada na hora de ajoelhar e leva a galera a gargalhada.

Depois, do seu jeito mais fofo, ela nos faz lembrar os 4 anos de RBD, cantando um pouquinho deles.  Ao som de Así soy yo, Extraña sensación e Desapareció, ela finge encerrar o show. E aí sim, a galera grita sem pudor e se torna aquele público que por tanto tempo foi um só. Foi um dos momentos, em que ela subiu na caixa de som, e eu com o empurra-empurra estava ainda mais próxima e ela ficou tão cara a cara que eu travei geral. Gracias Any!

Mas, ela voltou e cumprindo com sua nova fase, veio toda “sexy”. Eu ri demais, porque sei lá…é engraçado. Só queria ter aquela barriga sarada dela, Jesus. Que é aquilo? rsrs E cantou “Hasta que me conociste”, e o povo delirouuuu… Toda safada! Depois, encerrou tocando os tambores com uma música não conhecida, mas que fechou perfeitamente o Delírio que foi o show inteiro.

O show terminou, eu estava suada, cansada, rouca, com os pés doendo, mas…o sorriso continuava na cara. Depois de ver a rincha gigante por essa blusa que ela jogou, saí junto com a amiguinha de fila, encontramos o pai dela e Raquel nos esperando. Fomos embora e eu estava muito, muito feliz e cheia de orgulho da Anahí! E eu sabia que no outro dia teria mais.

Sim, porque o show extra estava super barato pra deixarmos passar. E por isso, no dia seguinte, no meio da tarde partimos rumo ao Leblon para um showzinho mais light, de pista e sem tanta preocupação. Oh god, quanta gente! #medo Fui esmagada sem nem estar na fila, e conseguimos um lugar bem ruinzinho. Mas deu pra ver super bem, porque ela vinha  toda hora pra caixa de som do nosso lado. Nunca vi um show de lado,esse foi o primeiro e bom…foi bom!

Então, tinha chegado o dia de ir embora. E uma chance pra encerrar essa viagem com chave de ouro.

O meu voo era às 09:30 da manhã de sábado. Chegamos ao aeroporto já sabendo que encontrariamos fãs por lá. Por que sim, a Anahí iria para Fortaleza naquela mesma manhã, daquele mesmo aeroporto. Enquanto eu despachava minha bagagem, vi os músicos fazendo check in. E fiquei nervosa. Eu tinha grande chances de encontrá-la na sala de embarque. As meninas, praticamente me obrigaram a entrar logo. E eu entrei. Mas, o azar ou sei lá o quê que me acompanha, me colocou no embarque internacional. E eu , que a principio não estava ligando muito e torcendo para ela não aparecer com medo de não reagir, fiquei frustrada com a ligação de Raquel me avisando que ela estava no embarque nacional, com voo atrasado, dentro da Lacoste. Estavamos separada apenas por uma porta de vidro. Fechada a 7 chaves.

E eu me frustei muito. Dei graças a Deus por não tê-la visto pelo vidro. Seria pior, muito pior.

Eu sei que quando entrei naquele maldito avião, não tenho vergonha de dizer, chorei. Chorei baixo e muito chateada, pensando no que poderia ter sido e por uma bobeira não foi. Agora eu começo a ver que não poderia fazer muita coisa, o destino não quis dessa vez. Mas eu fiquei muito triste. E percebi que aquela fã que eu pensava estar deixando pra trás, na verdade ainda está muito dentro de mim.  Independente do que pareça, ou do que digam, ela está aqui. E lateja a cada sensação frustrada como essa. Ainda mais ao se dar conta de que com o passar do tempo, as chances diminuem. As possibilidade vão desparecendo e a vida já não deixa tantas brechas.

A fé vai me cegando, mas eu insisto em voltar a acreditar a cada pensamento que me bate. É aí que entra aquele lance do saldo negativo. Eu sorri feito boba por dois dias. E já chorei por dois dias, só de escutar “Te puedo escuchar”. Só de lembrar. Só de pensar no que poderia ter sido, e por um erro do destino, não foi.

Talvez eu volte a pegar aquela carta e tente outra vez, buscar o meio termo. Continuarei sendo fã, amando e sorrindo a cada sucesso dessa menina. Não sei por quanto tempo mais, até quando o tempo  quiser. Não vou me cobrar, forçar a deixar isso de lado.  Só quero encontrar o meu equilibrio, para que eu não fique assim, tristinha, tantas vezes. Mas, é quase certo que eu não consiga de novo. E não vou me crucificar por isso. Faz parte do papel de ser fã. Faz parte do papel de amar alguém que eu não conheço só pelo que é, sem esperar nada em troca. Mesmo que por dentro a esperança de que algum dia, não importa quando, eu receba um sorriso que seja, direcionado a mim…

nat1

O que será que será?

29 Outubro, 2009 at 12:53 am | In Coisa minha, Dia-a-Dia, Diversão, Just me | 5 Comments
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O que será que foi? O que será que é? E como canta Milton, o que será que será?

Depois de uma noite em Alcobaça, eu fiquei por lá uma semana ainda de pernas pra cima(novidade), vendo a vida passar numa boa e sem compromisso com nada do que planejei fazer. Eu havia levado livro pra ler, o qual nem toquei. Também estava na minha bagagem minha pasta de TCC, pra consertar algumas coisas e criar outras novas. Eu tinha textos em meu email para serem lidos e completarem meu “projeto de Finados” do TCC  que deveria estr pronto na próxima semana. E bom, nada fiz nessa vida. Peguei praia, peguei cor, curti os dias de mais à toa do que já sou.

Minha recepção em Ipatinga foi calorosa. Literalmente calorosa. Já nas primeiras horas em casa, marcas que duram até hoje e durarão por um bom tempo. A lasanha saindo do micro, fez questão de virar seu caldo estupidamente pelando sobre minha linda mão. Rá, bonito né? Tudo virou um vermelho só. Lavei pra aliviar o ardor. Limpei a sujeira, almocei lindamente o que sobrou da ex-lasanha e seguindo conselhos caseirou taquei clara de ovo na queimadura ao longo do dia. O vermelho foi embora e restou um pedaço marron, pequeno em comparação a tudo. No fim do dia uma pequena bolha…

…que acordou na segunda-feira, algo gigante. Sério, que medo. Uma bolha gigante que parecia ser inflada a cada segundo. Exageros a parte, a bolha era grande. Se tornou maior, e eu não podia estourar. Tinha que esperar. Comprei uma pomadinha e me contentei em aguardar a boa vontade dela de ir embora desse mundo, da minha pele, da minha vida…

Eis que cai um dilúvio em Ipatinga nesse dia. De deixar a gente no escuro por mais de duas horas. E minha querida bolha escolhe o exato momento que a luz se fue, para deixar o meu corpo(luto!). E ardeu, doeu e poupo vocês dos detalhes.

Outro dia, curativo maior que minha falecida bolhinha. E a chuva deixou extragos, levou minha bolha e  de quebra a vida saúdavel do pc da casa. Sentiu o clima e a razão do meu sumiço né? Eu até usava o outro pc da minha tia, mas aquele mini lap era meio missão impossível. Teclado pequeno demais pra mim. Eu não vivo sem cedilha e acento agudo(posso até esquecer de usar, mas ele precisa estar no teclado, okey?) Meu luto do sem pc de verdade, foi até sábado. Quando ele voltou firme, forte e tinindo.

Durante essa semana meio off, quem disse que eu coloquei alguma coisa pra andar? Muitas coisas na cabeça, muitas decisões por tomar, muito tudo pra fazer. Não me pergunte se tem algo feito. Não, não tem! Enrolei com TCC, ando enrolando demais com ele. Não sei, travei e não sai mais nada, mas precisa sair. Querendo ou não.

Comecei a ler o livro que levei pra Alcobaça. Já parei também, porque volto ao meu off. Off que tem outro motivo. O que tá rolando agora é bagunça no quarto. Sim, os materiais de scrap estão espalhados, o calendário hibrido está feito e logo logo sai no Scrapblog. A parada é a seguinte. A bagunça a qual me refiro são as roupas espalhadas, bolsinhas arrumadas com maquiagens, higiene, brincos, carregadores e cabos. Mala no chão, cabeça nas nuvens.

Porque eu tenho um caso de amor com essa cidade. Independente de tudo, do que dizem, do que é… boto coração pra mandar na razão e me voy. Uma semana de mais folga!(sempre é bom né?) Pessoas diferentes, lugares diferentes. E me desligo do mundo real até que ele me puxe de volta. O Interdisciplinar espera um pouco. O TCC já aguentou até agora, não custa aguardar mais um poquinho. O inglês eu atraso um pouquinho. O médico, o dentista eu marco outro dia. A queimadura cicatriza com outros ares. O fim de semestre apertado não vai ser perdido por alguns dias livres a mais . Domingo(9) tem ENADE., e sou obrigada a fazer . A volta tá marcada, 8 dias depois da partida . Se alguma coisa foi desculpa pra ir, dane-se. Eu uso a desculpa e vou na cara dura também. Posso não estar tão animada quanto deveria. Viagem decidida no puro impulso de um momento. Mas que agora já era.  Ou melhor será! O que será que será ainda não sei, mas será!

Na volta tem detalhes, espero que muitos. Tem histórias, daquelas que só acontecem comigo. Tem coisas que, eu acho, vocês só encontram aqui.Mas esses dias serão meus. Embarco de carteira vazia, sorriso na cara e coragem na alma.

Cidade Maravilhosa, I’m backing. ;)

nat1

Hey, somebody…

27 Outubro, 2009 at 1:56 pm | In Blog, Dia-a-Dia | 1 Comment
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All right! No fear..I’m back.

Não foi tanto tempo assim, mas esse blog tá com cara de abandono. E antes que eu desapareça again, por mais alguns bons dias, eu apareço aqui pra explicar os últimos acontecimentos tristes e felizes. E claro, o motivo do novo off.

nat1

 

Um noite em Alcobaça

14 Outubro, 2009 at 10:03 pm | In Dia-a-Dia, Diversão | 10 Comments
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Alcobaça é cidade pequena, bem pequena mesmo. Daquelas que você leva – sem brincadeira – uns 3 minutos para atravessar do mar ao rio, cada um de um lado da cidade. E uns 20 minutos ou pouco mais pra ir de um extremo a outra – da barra ao farol – e dar como terminada a cidade. Ah, claro, isso a pé. Daquelas que todo mundo te conhece desde pequena e que um passo errado, em um segundo, até os cachorros estão sabendo. Daquelas que não há NADA pra fazer, mesmo. Que fora de temporada, as ruas são vazias, o silêncio impera e tudo é calmaria. Daquelas em que a noite se resume a praça central, que só lota mesmo no Domingo após a missa. Ou, quando de vez em quando alguma bandinha de nome bem “alternativo” se apresenta em  finais de semanas esporádicos. Coisa de cidade pequena sabe?

Domingo foi um desses dias de banda com nome alternativo. Era pra ser sábado, mas a chuva que banhou o início do feriado não deixou  “Maderada do arrocha” tocar no terreno de pura areia que fica bem no centro da cidade.  Mas, domingo o tempo mudou e a “festa” aconteceria.

Eu não estava nem um pouco animada, mas fui levada pelas meninas e caí dentro, pronta pra cair na risada. Sim, eu confesso. Dessas festas o que eu levo são horas de gargalhadas, descobertas e história. Muita história. Se eu parar pra contar o que eu já vi e vivi nessas noites de Alcobeach city….

Então, rasteirinha no pé e pronta pra enfrentar o poeirão do lugar, lá fomos nós. Ingressos ganhados, porque nós somos pops e não pagamos pra entrar nesses lugares! (thanks a quem deu ;) ) Paramos antes na Kallua – um dos points da cidade. O “melhor” ambiente da cidade, devo dizer. Parada obrigatória de qualquer turista #dicaenãosoupagapraisso . Garçom traz um whisky a go-go (brincadeirinha, ou não?), só gelo e limão que é barato(ok, isso foi só piada da hora) e batata-frita com carne, please, estávamos com  fome, mesmo eu tendo saído dali a menos de duas horas e comido 3 pedaços de pizza. As risadas começaram por aí…

Já na festa, só de entrar já dava pra imaginar que iria rir a noite inteira. Isso se durasse muito tempo ali dentro. É sério, dá vontade de desistir. Pedi logo um drink – ou dois, era um por 3 e dois por 5 :D – e ficamos rindo, conversando, ouvindo o som tocar e esperando a tal da “maderada” começar. E claro, fotos que não podiam faltar. Cara, díficil sair foto boa, mas o que vale é a história.

Kamille, Raquel e eu.

Um detalhe que não pode passar em branco. Gente, não tinha banheiro naquela festa. Nem daqueles químicos, que era o que eu esperava. Ah, pra quê, fiquei inconformada. Como o local é uma espécie de chácara , quem quisesse sair do aperto tinha que ir lá atrás, no mato, no escuro e fazer xixi olhando pra multidão lá na frente. Ô derrota! Tinha que ser algo the flash, pois era comunitário. Se você fosse de vestido, saía no lucro. Se não fosse, tinha que rolar cabaninha das amigas, das arvores, da sorte. #euri Ainda bem que não bebo cerveja, e não sinto vontade toda hora.

Enquanto as horas passavam e nada do arrocha começar, os olhos procuravam novidade na cidade. Quem tava com quem, fulando pegando a fulaninha do outro, cicraninha de 30 pegando o garotinho de menos de 20 and what else tivesse pela frente. Soma-se isso a mais um copinho que foi o último(mesmo eu tendo comprado duas fichas) pois mais um passaríamos o permitido pelo bom senso.

Eu, Ana Paula e Raquel

Duas da manhã e nada da banda. Alguém sobre no palco e diz que o motorista tinha sofrido um ataque de epilepsia na estrada e outro já estava indo buscar a galera pra tocar. Oi? Engana quem? Esperamos mais  e sinto muito… deixamos Ana Paula por lá e eu e Raquel seguimos Kamille que tinha saído na frente. A encontramos sentada quase perto de casa, esperando a gente, porque tinha escutado a voz de Raquel(lembra, pequena city?). De bobeira na madrugada baiana, tiramos mais algumas fotos aproveitando a rua deserta.

Pós festa frustrada, mas sem rancor. ;)

A menos pior da tentativa #emoanahi e #queromostrarminhafrancesinha foi essa.

Galera emo – que não tem nada de emo –  voltando da maderada.

Kamille seguiu caminho, Raquel veio comigo aqui em casa pra uma olhadinha rápida no twitter. Era pra ser rápido, mas a gente se empolgou e rimos TANTO ou mais que na festa. Saiu tanta besteira, que senhor, tinha algum encosto. E a fome? Na falta do que comer, raptei o pote lotado de balas da irmã e nos entupimos de doce com pepsi (argh!). Teve o alarme do celular que pensamos ser alarme de verdade, altos papos com @guillermorosas e sua foto GATA.(cuidado, perigo!!!)kkkkkkkkkkkkkkkk. Até o último tweet de Raquel dizer que estávamos esperando o sol sair. Ops, não é que olhamos pra janela e lá estava ele? Ela se fue levar bronca da mãe, que fiquei sabendo no outro dia. Eu apaguei, e levantei 4 horas depois no pique de pegar uma praia!

Ah, vale lembrar antes de me encontrar com Sol, sou informada por Ana Paula que Maderada nunca chegou na festa… o “produtor” fugiu, dizem ter tido sua moto “espancada” pelo povo que ficou feliz né? Os boatos que rolam pela cidade é que Domingo, rolará de graça na praça o tal do arrocha. Eu não duvido.

Alcobeach é assim, confusa como só ela sabe ser. Mas tem sua graça e eu adoro!nat1

Hoje é meu dia, e o seu?

12 Outubro, 2009 at 12:33 pm | In Coisa minha, Opinião | 2 Comments
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Mundo da criança

É sempre colorido, muitas vezes de papel
Com arcos, flechas, índios e soldados
Cheinho de presentes feitos por papai noel
O mundo da criança é iluminado

Baleias gigantescas, violentos tubarões
Mistérios de um espaço submerso
Espaçonaves passam por dez mil constelações
O mundo da criança é um universo
O mundo da criança é um universo

Pipas, peões, bolas, balões, skates e patins
Vovó, vovô, mamãe, papai, família
É fácil imaginar uma aventura
Dentro de uma selva escura
Com perigos e armadilhas
Viagens para encontrar minas de ouro
Piratas e um tesouro enterrado numa ilha

Imagens, games, bate-papos no computador
O tempo é cada vez mais apressado
E mesmo com todo esse imenso interativo amor
O mundo da criança é abençoado
O mundo da criança é abençoado

(Toquinho)

E você não precisa perder esse mundo só porque cresceu…

Feliz dia das Crianças!!

nat1


O som da vez

7 Outubro, 2009 at 9:23 am | In Coisa minha, Dia-a-Dia, Opinião | 2 Comments

Meu gosto musical, já conhecido, não é muito popular. Vocês já sabem.Mas eu gosto mesmo e tô nem aí.

Na verdade eu gosto de tudo um pouco. Ouço de tudo, não me incomodo com muitas músicas. Não sendo rock pauleira, funk, hip hop e coisas do gênero, pode mandar que eu escuto.

Claro que tenho minhas preferências  e que elas variam de momento.

Hoje eu vim falar do que eu tenho ouvido.  Tô numa fase totalmente, Luis Fonsi. O cara é bom viu? Não sei nada sobre ele, não sou su fã, mas sua música me encanta. Do jeitinho que eu gosto, com várias no estilo cortavenas. Ele tem vários duetos legais, como o do vídeo abaixo. Essa música, foi a primeira que me apaixonei e tem a frase que move minha vida. E que é linda, linda, linda. Eu acho… #dika Se chama, La fuerza de mi corazón.

Eu fico viajando nas músiquinhas do lado. Meu player tá entupido de músicas dele, e o repeat rolando loucamente. Têm várias outras lindas, como Se Supone(acústica é de matar), Abrazar la vida(Essa eu amo, super linda e feliz), Tem um dueto com a Laura Pausini(outra que ando ouvindo muito), linda…e por aí vai. Adorei!

nat1

Yes, we can!

2 Outubro, 2009 at 8:32 pm | In Opinião | 14 Comments
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Eu não sou nenhuma fã de olimpíadas e confesso isso. Não paro o que eu estou fazendo para assistir jogos, não acordo de madrugada muito menos. Mas, assisto numa boa e claro, torço para o Brasil.

Volto a confessar que eu estava totalmente desantenada em relação a disputa que o Brasil participava por sediar as olimpiadas de 2016. Só fiquei sabendo que o resultado saíria hoje, ontem à noite. Outra vez nem me abalei.

E bom, nós vencemos! Derrubamos um a um, e somos oficialmente o país que sediará os jogos daqui há 6 anos. Uau, isso é realmente demais! Motivo de orgulho, de alegria, de festa. E sim, motivo de preocupação, motivação e organização.

Sou plenamente consciente dos problemas do nosso país. Sei bem que temos muitas prioridades antes de gastar milhões com obras que depois, nem sabemos se serão uteis. O medo é uma constante, o Rio de Janeiro atrai olhos negativos e palavras de desprezo. Ah…porque é tão dificil pensar positivo? Me diz?

O que eu vi hoje, foi a felicidade de milhões de pessoas que realmente amam e torcem por nosso país. Vi gente unida, vibrando, roendo as unhas e puxando os cabelos de nervosismo. Vi um sorriso se estampando em tantos rostos com uma simples palavra dita diante do envelope aberto.

E mais que isso, eu vi muitos torcendo contra. Com motivos plausíveis ou não. Gente com argumentos, que eu concordo, mas que não ficaram tristes com nossa vitória. E fiquei extramente estressada com gente que de uma hora pra outra vira patriota e enche a boca pra se dizer brasileiro. E por trás, derramam milhões de críticas, piadas e deboches contra o Rio, o Brasil e sua capacidade. E disso eu tenho raiva, afinal, se nem a gente se respeita, como esperar respeito do próximo?

Eu nem ia falar nada aqui, mas resolvi aparecer e dizer que sim, eu estou feliz. Ainda temos tempo. Se vai rolar sacanagem com essa mundo de dinheiro? Com certeza. Se o Brasil podia investir em suas prioridades? Também acho. Mas, eu tenho certeza. Se não tivessemos ganhado, não iria mudar muita coisa na situação brasileira. Então, ficar do jeito que está, que seja então, com olimpiadas!

Pra mim, tanto faz onde ela seja, eu não vou e assistirei pela TV(eu acho). Mas, pra que ser um ponto negativo em um país que tanto precisa de energia positiva? Não mesmo…

Eu só posso dizer que, se existe um lugar no Brasil que é a cara dessa festa, não me restam dúvidas: É ela, a cidade Maravilhosa! Que com toda a sua alegria nos mostrará uma abertura de jogos olimpicos emocioantes.(isso sim, eu paro pra ver)E que venha 2016, pois sim #wecréu!

nat1

Whatever III

1 Outubro, 2009 at 11:07 pm | In Dia-a-Dia | 4 Comments
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  • Fato é que daqui a pouco essa budega aqui só terá posts Whatever..#prontofalei
  • Não, não. Tenho planos pra esse blog, alguns planos bem legais. E parte fundamental dele é ser mais presente. – Ah, vamos lá não sou tão ausente assim né? – mas, serei mais on ainda.  #pinkpromiss
  • Bom, ando meio atolada em um monte de coisa. Deveria estar atolada, pelo menos. Coisa pra fazer não falta, but…estou off comigo mesma. E isso não é bom, não mesmo.
  • Tô passando aqui só pra tirar a poeirinha, e porque enjoei de toda hora abrir e ver minhas unhas pintadas. Aliás, ô chamariz de leitores esse trem de post mulherzinha hein? #dica
  • Feriado imenso chegando. Delicinha! Não que minha vida tenha sido um mar de ocupação, mas um feriadinho tem outro sabor. Gosto de Bahia aí vou eu…
  • Eu precisava dar um gás no meu TCC. O projeto de primavera foi entregue, devolvido e precisa de uma ajeitadinha pra ganhar a cartada final. Nada muito grande, mas não consegui sentar e me concentrar nele ainda. Sorry, Tonton, mas fica pra quarta.
  • E tem que ser né? Afinal, Finados tá aí e com ele a segunda parte do projeto. Rá..rá.rá. Engraçando, somente.
  • Porque setembro literalmente voou, e outubro não ficará pra trás. O sea…vamos correr. Vamos correr.
  • E novembro vai chegar. ô tristeza será o ínicio do mês. Tristeza total…mas parte das minhas novas resoluções pessoais, incluem algo que pode não ser a curto prazo, mas acalentará isso.
  • And novembro tem ENADE. É isso aí! #semcomentários
  • Esse post ficou chato. Tô cheia de coisinha, estrangeirismos, twittismo e outros ismos…

nat1

Falando em unhas

25 Setembro, 2009 at 10:20 am | In Coisa minha, Dia-a-Dia | 8 Comments

Não é costume nesse blog, mas vamos lá para um post a la Luciana Gimenez, né Debbie?

Não sei já falei aqui, mas eu não tenho muita paciência pra ir a salão e fazer as unhas. Fico irritada, mas de vez em quando eu faço. E também não sei se já comentei, mas tinha uma vontade alucinada de aprender a fazer as minhas próprias unhas e principalmente, pintá-las. Não só de base, mas de cores fortes, que eu gosto. Ah, tant gente consegue. Eu tambem tinha que conseguir.

Não, eu ainda não consegui ser perfeita nisso. Mas…inspirada pelas #divas do Twitter que passaram para posts que lotam o tópico unha Bonita no fórum Scrablog, eu resolvi colocar a mão na massa e tentar. Afinal, a prática leva a perfeição né não?

E viciei. Viciei mesmo.

Ando pintando minhas unhas duas vezes por semana.
Descobri que os esmaltes escuros são muito mais facéis de pintar do que os clarinhos.
Paro em qualquer seção de esmaltes de quaqluer farmácia e me perco por ali. E até meu pai percebeu, e me avisa.
Sou alucinada por vermelhos e suas variações. Mas ando amando um pink. E adoro um terra, e até um nude.
Tô melhorando e muito no tirar cuticula, no lixar(meu maior problema) e no limpar os cantinhos. Ah..que trabalheira, fica meio feinho pra quem prega os olhos nas minhas mãos, mas pra quem ver de longe..uhu, tá lindo!

Todos que eu usei até agora, que comprei, eu amei. Por enquanto, meu preferido é o Inveja Boa da série 7 vermelhos, da Risqué. Meio pink, meio vermelho. Um luxo só!

Minhas tentativas.

Fetiche, Risqué

Love, Risqué

La boheme, Risqué

Sex-Appeal, Risqué

Doce orgulho, Risqué

Meu preferido, feito pela menicure, Inveja Boa,da Risqué.

Ufa, mas mulherzinha impossível né?

nat1

Scrap pra que te quero!

21 Setembro, 2009 at 10:47 pm | In Coisa minha, Scrapbook | 3 Comments
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Pra não deixar isso aqui acumulando poeira e atraindo moscas, algumas das últimas páginas de Scrap, que faz uma cara, não aparecem por aqui.Só pra colorir esse blog e animar um pouquinho.

(É só clicar na imagem pra ver maior e conferir os créditos. ;) )

RAK’s

Para a Malu:

Para Lívia:

Para a Ana:

Para Rê:

Agora, meus.

Hibridos:

Meu xodó, esse.

Well, only this…

nat1

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