New Moon, a saga continua.

1 Dezembro, 2009 at 10:16 pm | In Coisa minha, Dia-a-Dia, Diversão, Opinião | 7 Comments
Tags: , , ,

“Jacob, eu te amo. Você é meu melhor amigo. Mas… eu não posso mudar o que sinto. Por favor, não me faça escolher.  Porque vai ser ele. Sempre foi ele..”
(Bella, para Jacob, em Lua Nova)

Mais de uma semana após a estreia, consegui, enfim ir ao cinema. Sem filas quilométricas, meninas alvoroçadas e gritando. Sem tumulto e na paz que se precisa pra ver um filme esperado. Tá, tudo bem que minha curiosidade tinha sido maior, e eu já tinha visto em casa, baixado por minha prima.Não nego! Mas, no cinema, a história é outra né?

Tirando o fato de ter que ver dublado, não tenho do que reclamar. Eu preferia me esforçar em 20 pra entender um inglês sem legenda, do que ouvir aquelas dublagens piores que novela mexicana. Mas, a gente vai com o que tem. Levei as vozes na memória, e tentei incorporar. A gente faz o que pode.

Quanto ao filme?

Sem dúvidas nenhuma, muito melhor que Crepúsculo. Da produção, que mudou para melhor, aos atores, que continuam os mesmos, só que mais amadurecidos. Maquiagem mais real, sem toda aquela palidez e exagero do primeiro filme.  O casal da história, mais entrosado com seus personagens. Exagero eu só achei mesmo, foi no tamanho dos lobos, mas ok. Claro, livro é mais intenso. Se lá, a Bella sofreu feito Maria do Bairro com a partida do Edward, no filme seu sofrimento é um pouco menor que o da Helena(argh) de Manoel Carlos. Achei desnecessário mostrar o Edward no brasil, no RJ, em uma favela. Por que uma favela?  Ai Ai…  E, bem, a cena que me arrancou um “wow”, com certeza foi a que ela se joga do penhasco, desmaia depois de bater na pedra e fica na água. O Edward aparece ao lado e a mão do Jacob a puxa, a fazendo bater no reflexo do vampiro e o desmanchar. Achei o máximo! E o final, com certeza, é a melhor parte. Essa frase aí de cima me arrancou suspiros, e a carinha de safado dele me fez querer entrar na tela do cinema.

Aliás, devo confessar, que eu, Natasha, que sempre jurei odiar o Jacob, tenho que me render e confessar. Como disse a Bella: “Até que você é bonitinho”. É, voltei menos rabugenta com o mocinho. Mas, não consigo olhar pra ele e não lembrar do garotinho que fez “Doze é demais”.  Gente, deram bomba pra ele. Só pode! Então, ele tá um fofuxo, mas eu ainda prefiro o meu misterioso vampiro de 109 anos(é isso né?) ao pequeno lobo de 16.

Voto final? Recomendo!

Mais que Crespúsculo, e menos que Eclipse. Assim espero. Agora, esperar mais um ano(eternidade) pelo próximo cheio de ação e amor.  Vou aproveita pra reler os livros e não esquecer de nenhum detalhe!

…Just Summertime!

27 Novembro, 2009 at 3:26 pm | In Dia-a-Dia, Faculdade | 4 Comments
Tags: , , , ,

Fim de semestre. Tudo fica pra fazer nas últimas semanas. Mal de brasileiro. Mal de preguiçoso. Um mal, meu.
Com o TCC na faculdade, não seria diferente. Há mais de um mês que eu havia empacado no meu texto, e o deixado de lado. O pegava e não conseguia fazer nada. Viajei, voltei, viajei de novo e voltei. Agora sem desculpa, tendo que encarar o bendito de vez.

A apresentação não-programada se aproximou, e com ela o nervosismo por não ter conseguido andar mais com o trabalho. Abrir o word era tarefa obrigatória, mas não saia simplesmente, nada. Ouvia do Ton Ton que eu deveria fazer isso, e aquilo.  O que era não era mais. O que é não era o que era. O que era voltou a ser o que é. Confuso né? Eu também acho. Mas, foi bem assim. Só sei dizer, que na quarta-feira eu surtei ao tentar arrumar o texto. Briguei com o word, com o twitter, com o calor, comigo, com quem aparecesse na minha frente. Ton Ton, deve ter sentido sua orelha queimar. Aí, simplesmente liguei o botão do foda-se e desisti de tudo. O que eu tinha era o que eu mostraria. Seria aquilo, mesmo que não fosse aquilo.

Hoje foi a apresentação. Ontem, mais calma, arrumei os slides, mandei o texto pro orientador que fez algumas correções e me tranquilizou. Imprimi bonitinho, encadernei lindinho e fui sem medo de ser feliz pra sala. Uma apresentação informal, regada a arraso e mais um bate-papo descontraído. Ton Ton, que anda meio revolts, voltou a dizer que era aquilo mesmo, sim…aquele primeiiirooo era, lembra? Falou que eu sou estudiosa (oi?) e que meu trabalho é muito bom. Se animou com as redes sociais dos nossos trabalhos e senti uma pontinha de vontade vinda dele, de querer fazer parte desse mundo. Campanha queremos TonTon no twitter tem que surtir efeito, pessoal do 6°. E listo, tarefa cumprida. Só mais uma prova, que tá tranquilo and…rumo ao 7° e último período.

Como eu twittei, assim que acabou. TCC: Valeu, foi bom, Adeus! Pelo menos por enquanto vou esquecer desse humilde trabalho. Não completamente, também não posso largar de mão. Mas, por enquanto o que eu quero tem outro nome.

E como canta Beyoncé ” Baby, there is nothing like the summertime…“.

Entrando, literalmente no clima de calor, muito calor e sol escaldante que não é de primavera, pra mim já é verão. Daqui a alguns poucos dias eu pego minha mala e vou sem pressa de voltar. Quase dois meses de sol e calor sim, mas… a beira mar. Com o vento soprando, o mar me esperando e a vida mansa da qual ninguém se cansa.

Tá, eu tenho planos pra essas férias. Vou pensar um tiquinho no TCC sim. Vou estudar também para o concurso do BACEN, com @raquelbouzan. Vou trabalhar lá na padaria, pra garantir uma graninha e bancar minhas dívidas. Mas, quer saber? Com esse mar de quintal, tudo fica mais fácil. Vai dizer que não?

Mais um pouquinho de scrap

22 Novembro, 2009 at 8:41 pm | In Scrapbook | 3 Comments
Tags: ,

Aproveitando minha onda de posts frequentes, vou deixando os últimos scraps ainda não mostrados aqui. Não foram muitos, e confesso qeu há um bom tempo não faço nada. Oi? É, mojo foi passear. Vontade também. Sabe se lá o quê é isso…

Esse eu fiz pra Ana.

RAK pra Ana.

RAK pra Lia

RAK pra Malu

RAK pra Gabi

RAK pra Lívia

Agora, páginas que foram uma verdadeira terapia fazer. People, que delicinha fazer Scrap com fotos da Anahí. : P Foto de fã com ela. Aí, é muito gostoso! Só não foi melhor que fazer aquele álbum, que aliás eu nem mostrei aqui né?

Aluguei a Carol com suas ” Wow! Muchas fotoss….” (como disse a própria Any ao ver o Scrap.haha) e fiz 3 páginas pra ela.

Pra Raquel, eu dei um desconto e fiz com a foto do Chris. Esse kit da Aninha Reis, é perfeito pra esse tipo de foto!

E claro a minha na versão digital, pois vocês já conhecem a artesanal.

Por enquanto, é só. Espero logo voltar a ter muita vontade de scrappear. Aliás, vou experimentar fazer mais desses últimos, que em um instante a criatividade volta.

P.S. Gente, apesar de visitar e comentar sempre nos blogs de todos, eu também respondo aos comentários aqui nas próprias caixinhas dos seus recadinhos, viu?

A palavra é o meu domínio sobre o mundo

21 Novembro, 2009 at 10:37 pm | In Coisa minha, Opinião | 2 Comments
Tags: , ,

Quando eu peguei a frase de Clarice(Sempre Clarice!) e coloquei no topo do blog, eu não quis apenas um enfeite que tivesse a ver com a arte de escrever, ou blogar. Eu, realmente, me identifico inteiramente com ela.

Tudo – exatamente tudo – na minha vida, eu resumo em palavras. Ainda que elas não sejam escritas ou lidas, com certeza um texto se forma na minha mente e ora ou otra volta aos meus pensamentos. É como se eu tivesse um diário dentro de mim sabe? Que só perde pra minha memória de peixe. E é por isso que eu estou sempre tentando, colocar no papel, ou no blog, ou nos dois, tudo o que se passa na minha vida, os meus sentimentos. Eu preciso aliás, colocar na minha cabeça que elas não resolvem todos os meus problemas, já que eu tenho a doce de mania de achar que escrever irá resolvê-los.

Mas,escrevo pelos simples motivo de amar escrever. De ser apaixonada pelas palavras e por sim, usá-las como tradução do meu próprio mundo. Posso ser intensa ou superficial, tudo depende do momento que descrevo.  Momento que se eterniza por meio das minhas impressões descritas letra a letra. E que voltam a me emocionar, a amar, a sentir raiva, a sorrir. Como se, de verdade, eu pudesse sentir tudo outra vez apenas por ler aquilo que eu mesma escrevi. Isso é algo que eu acho mágico.

E elas têm força. Sim, as palavras tem uma força que eu não me permito explicar. Eu nem sei se existe explicação. Como dizem, palavra dita não tem volta. Você pode tentar esquecer, você pode tentar corrigir, você pode tentar o que for. Mas uma vez pronunciada, seu eco fica. E pode fazer alguém se desmanchar em sorrisos e alegria ao lembrar delas. Assim como pode machucar e deixar marcas que como elas, também não se vão. Dói mais que um tapa dado no calor do momento. É uma dor diferente.

Embora tão comum, tão fácil e aparentemente tão inocente, a palavra exige cuidados. Ela pode ser perigosa, traiçoeira, infeliz se não usada de maneira correta. Você pode se arrepender no exato momento em que disse, mas aí não tem mais jeito. Pode ser perdoada, mas a marca daquela palavra dita, daquele julgamento errado sempre irão existir.

Eu já me arrependi de muita coisa que disse por aí, por aqui, pra muitas pessoas. Já fui extremamente impulsivas e me deixei levar por algum ódio momentâneo e quando vi, já era tarde demais. E claro, também já fui ferida por muitas palavras direcionadas a mim, e que eu tenho certeza, não correspondem a minha pessoa. Quem me disse, também ouviu. E ficam dois lados com palavras marcadas.

Venho tentando controlar isso. Medindo muito o que digo. Às vezes é melhor guardar pra mim, só pra mim. E antes que mais alguém venha a ser ferido, eu engulo minhas próprias palavras pra que eu também, e principalmente, não me machuque. Ou corro pro meu diário de papel. Aquele, guardado a sete-chaves e que não diz respeito a ninguém.

Ai, as palavras. Hoje eu não estou muito bem com elas. O texto começou com um intuito e acabou se direcionando para outro. Mas não importa. As palavras também são confusas, ainda mais quando traduzem e dominam o mundo de quem as diz.

Calendário 2010

20 Novembro, 2009 at 12:10 pm | In Scrapbook | 8 Comments
Tags: , , , ,

Que 2010 tá aí na porta todo mundo já percebeu. E é nessa época que chove calendários, pra todos os gostos, lados e de tipos.

Uma das minhas últimas aventuras no híbrido foi justamente um. Ele se formou na minha cabeça, enquanto eu estava na praia, em outubro.  Coloquei em prática e listo, aqui está:

Uma caixinha, feita de papel. Os meses ficam nessas plaquinhas, que ficam dentro da caixinha. É só ir mudando conforme o tempo passa. Ele é pequenino, a plaquinha cabe na palma da mão. Fica fofo pra colocar sobre a mesa, dá até pra virar porta-lápis, aproveitando o espaço. rss

Quer aprender a fazer? Eu fiz um PAP que está no Scrapblog!

E, aproveitando a mão na massa e usando os brushes da Gabi, criei o template e colocamos à venda na loja Scrapblog. Agora quem quiser não ter tanto trabalho e só colocar seu papel e foto preferidos, pode comprar os templates. Inclusive o da caixinha vem junto.

Se você preferir tudo prontinho , aceito encomendas! :D E qualquer dúvida, só falar por aqui, ou mande um email!

 

Someday, someplace…someone!

17 Novembro, 2009 at 2:13 pm | In Coisa minha, Just me | 4 Comments
Tags: , ,

[pra ouvir - Hasta que llegues Tú,Anahí]

“Tengo mucho que dar, no te conozco aún pero voy a esperar..hasta que llegues tú.”

Eu não sei o seu nome. A sua cor. Não sei sua idade, seu endereço, ou de onde você é. Se você está perto de mim, ou perdido em algum lugar desse mundo tão grande.  Eu também não sei como você é. Se é alto, baixo,  gordo ou magro. Talvez seja normal, não tão fraco e nem tão forte.

Não sei a  cor dos seus olhos e , principalmente,  a intensidade do seu olhar. Não sei como é o seu sorriso e com que frequencia ele ilumina o seu rosto. Pode ser que ele seja sedutor ou tímido. Não consigo enxergar se ele é forçado e você uma pessoa séria, ou se ele é constante e acompanha alguém extrovertido.  Eu não sei também o tom da sua voz.  Rouca e provocante, baixa e retraída, alta e grave.

Eu não sei nada sobre o seu interior.  Se demonstra seus sentimentos a todo instante, ou se é fechado em seu próprio mundo e guarda pra você tudo o que sente. Não sei se gosta de carinho, se gosta de fazer carinho. Não sei se não tolera pessoas egoístas ou mesmo se não é um. Não sei até onde é capaz de ir pelos seus sonhos e se, na verdade, você sonha. Não sei se é decidido, durão e um líder.  Ou se é apenas mas um confuso ser humano que não gosta de mandar e tem o coração tão mole quando um pedaço de algodão. Eu não sei se você chora com facilidade e demonstra suas mágoas. Eu espero que sim. Mas também não sei se você é daqueles que prende as lágrimas na frente de todos e leva com você todas as dores por orgulho. Eu não sei realmente, se você é mais orgulhoso do que deveria ser.

Sabe o que também não sei? Os seus ideiais de vida. Será que seus planos se resumem a uma carreira brilhante, com estudos pro resto dos seus dias , pelos melhores cantos do mundo? Ou será que você tem vocação para ser o pai da familia, que luta pelo sucesso e só pensa no bem estar dos seus amores? Será que quer ter filhos? Muitos filhos? ou acha que um é suficiente. Quem sabe você não é o equilibrio desses dois?

Eu não sei sua forma de amar. Doce e sentimental como um adolescente descobrindo o amor, ou frio e rabugento como um homem amargurado na vida. Vai saber. Não faço a minima idéia da mulher que você procura, da mulher que você quer. Não sei se busca o corpo perfeito, a mente inteligente ou apenas alguém normal. Não sei se você é romântico, se lembra das datas importantes, se surpreende a cada dia a mulher amada, a mãe dos seus filhos. Ou se você é aquele que com o passar dos anos perde o tesão do amor, e deixa o casamento cair na rotina.

Eu realmente não sei de nada. Não sei quem é você, mas sei que está em algum lugar.  Sobre você eu não posso afirmar nada, eu só preciso esperar. Algum dia, em algum lugar, você vai chegar. Ou eu chegarei? A verdade é que você não sabe quem eu sou e nem onde eu estou também. Estamos separados pelo simples fato de não nos conhecermos. E claro, por uma rua, uma cidade, um estado, um país e quizá um continente. Esse mundo é tão grande, há tanta gente nele.  E nós apenas, ainda não nos encontramos.

Mas eu sei de uma coisa. Esse dia vai chegar. Não importa quando. Não me importa quem você é.  Sei que você não é perfeito. Que pode não ser o homem mais bonito, o marido mais romântico, o pai mais exemplar. Mas você é você, com seus erros e suas imperfeições. Só que, de alguma forma, perfeito pra mim. Isso é suficiente pra que eu fique aqui, esperando….


Havia uma pedra QUE ERA o caminho

12 Novembro, 2009 at 12:26 am | In Coisa minha, Dia-a-Dia, Diversão | 2 Comments
Tags: , , , ,

O Rio de Janeiro estava insuportavelmente quente durante essa semana que eu estive lá. E claro, se eu queria dar um pulinho na praia os dias eram esse, apesar de ser impraticável andar debaixo daquela soleira toda. Bom, mas fomos.

Depois do feriado, pegamos o primeiro ônibus e partimos pra praia de Itacoatiara com o intuito de subir a pedra gigante, mais conhecida como costão. Pegaríamos um sol nada baixo de meio-dia, mas fomo com fé, coragem e pasmem, vontade.

Água na bolsa, calor até na alma iniciamos nossa caminhada. Raquel, que já havia subido uma vez queria testar seu fisico novamente, inconformada com a última experiência. Eu, preguiçosa da vida, queria era alguma aventura. Enquanto atravessavámos o pedacinho de mata do ínicio, ela começou a reclamar que já se cansava e eu confesso, até me achei porque estava suportando bem.

Doce engano. Quando dizem que no começo tudo são flores, tenho que concordar. Ao ver que a subida ia realmente começar, eu já quis desistir por ali mesmo. Simplesmente não consegui me imaginar subindo aquele começo. Algo estupidamente íngreme. Não sei como eu subi, e já me encontrei despreparada só de pensar no que estava por vir. Com algum esforço e um tanto de medo subi mais um pouco. E ainda conseguia sorrir, a aventura estava com cara de aventura.

O sol não estava fraco não viu? O suor escorria sem pedir licença, o cansaço era grande e pra cada 5 passos era dois minutos sentada descansado. Depois te conto em quanto tempo fizemos o trajeto de ida e volta.

Confesso, que o humor para fotos começou a desaparecer assim que o medo se instalou na minha pessoa. Raquel insistia e eu fazia cara de “desliga essa câmera”. Não fazia noção nenhuma de quanto ainda faltava. Só conseguia enxergar que a parada estava cada vez mais assim:  l . E como sobe uma parede? Não sei, não sou homem aranha nem super herói. Comecei a realmente ficar com medo. Muito medo. Veja pela minha cara.

Chegamos em um pedaço em que eu simplesmente travei. Raquel subiu e eu não consegui de jeito nenhum, nem tentar. De havaianas, meu pé virava toda hora e eu consegui enxergar claramente o meu corpo rolando pedra abaixo. E vi que o medo é algo que te impede de seguir adiante. Eu não consegui nem tentar e tive vontade de descer correndo, chamar o resgate, pular dali mesmo. A vista já era linda, mas isso pouco me importava. Não entrava na minha cabeça como eu podia caminhar por algo tão íngreme. Eu tentei ajoelhada, o que resultou nos joelhos ralados, na pedra quente e imperfeita. E nem assim eu conseguia, era pior. Raquel ficava tentando me ensinar, me focando e dizendo que do jeito que eu estava fazendo era o pior. Mas foi díficil conseguir. Tive que respirar fundo 145142 vezes até de qualquer jeito passar por aquela parte.

Então era mais parada pra descansar a todo instante. Até voltar um pedaço, porque erramos o caminho ,tivemos que fazer. Ah, o trem já era dificil, e ainda ter que ficar arriscando me matava. As pessoas passavam e subiam e a gente ali. Claro, na hora da foto a gente força um sorriso com os pés bemm ficados no chão. O cansaço, eu nem falo mais né? Temperatura de 87°.

Tinha momentos que eu olhava pra cima e  só via isso:

E era isso que eu repetia a cada segundo. “Raquel, vamos voltar”. “Quer descer”. “Você quer mesmo continuar?”. Juro, eu estava cansada, com sede, calor, e medo, muito medo. Não era preguiça, era realmente o medo que me fazia querer me teletransportar dali pra terra firme e no baixo. Mas, quem tá na chuva, é pra se molhar. E então, lá fomos nós. Acho que o pior já tinha passado, e se segurando nos galhinhos finos das plantas, descansando de 1 em 1 minuto, tirando fotos e falando da vida. Bom, nós enfim, chegamos. Fomos recebidas pelos dois caras que tinham nos indicado a direção certa há algum(bom) tempo atrás. A primeira coisa que eles disseram? “Achei que vocês tinham desistido” :X Nada moço, só descansamos muito! :D

E então, só restava respirar e apreciar a paisagem.

Fotos, porque elas falam mais que palavras agora.

Como normalmente acontece, sofremos, suamos e nos cansamos por tanto tempo e ficamos lá em cima por 5 minutos. A paisagem é maravilhosa, o ventinho era relaxante apesar do sol continuar a pino. Mas, a vontade de descer e tomar aquela coca bem gelada e mergulhar naquela água igualmente fria lá debaixo era grande, muito grande. Com câmera em punho e direito a vídeo, logo partimos pedra abaixo.

A descida é de longe mais rápida, fácil(com descida de bunda em alguns trechos) e tranquila que a subida. Apesar de ter que apertar o passo e ainda sofrer com um medinho, o controle é bem maior e com o desejo de estar lá embaixo batendo o sorriso por estar indo embora era grande.

Eu mal podia acreditar quando finalmente coloquei meus pés na rua, plana e segura. Estava morta, um caco e só queria a minha coca bem gelada que foi a mais gostosa que tomei dos últimos tempos. Encerramos com um mergulho naquela águinha congelante com ondas gigantes!

O que eu levo dessa experiência? História. Percebi que tenho um medo latente de altura. E que o temor pode te impedir de seguir adiante em muitas coisas na vida. É preciso coragem, lutar contra ele, encher o peito de coragem e ir em frente. Aprendi que a calma é nossa amiga nessas horas e que de nada adianta se desesperar. Ah, confirmei que sou estupidamente sedentária, mas na verdade muito menos do que pensei. E, apesar de não ter planos nenhum de voltar nesse lugar, essa é uma aventura que eu recomendo. Por que a melhor coisa que eu levo disso tudo é a sensação de liberdade que sentimos ao chegar no topo, ver que podemos e que somos um pedacinho de nada em meio a imensidão da natureza tão perfeita. E isso, não tem preço. Levarei comigo pra sempre!

nat1

Puede que me ciegue la fe, pero vuelvo a creer.

8 Novembro, 2009 at 11:41 pm | In Coisa minha, Dia-a-Dia, Diversão, Just me, Sonhos | 5 Comments
Tags: , , ,
[Se você acha que ser fã é bobeira é melhor parar por aqui. Sinta-se à vontade para ir a sua direita na tela e fechar a página. Caso leia, por favor, guarde suas críticas.Não preciso delas nesse momento.]

Eu tinha planos para a minha vida de fã. Eu queria terminar com ela. Não por não gostar mais, apenas por sentir necessidade de deixar isso de lado e priorizar outras coisas na minha vida. Eu cheguei a escrever pra mim mesma, uma especie de carta, pra que eu lesse todos os dias e colocasse na minha cabeça que essa era a melhor solução. Eu enxerguei claramente que o saldo de felicidade estava negativo. Era um minuto – um intenso minuto – de alegria, para horas arrastadas de frustrações. Eu não deixaria de admirar, de gostar, de ser a fã que no fundo sou. Eu estava em busca de um equilibrio, em que eu não me dedicasse tanto(do meu jeito de se dedicar). Mas, eu deixei claro nesse mesmo texto que talvez eu não conseguisse. E bom, eu não consegui.

Tinha batido o pé até o último minuto que não iria à turnê, anunciada ainda em agosto. antes daquele pocket. E não planejava ir mesmo. Mas, como tudo muda e é imprevisível nessa vida, por impulso eu decidi que colocaria a cara para bater e estaria lá, prestigiando o ínicio da carreira solo dela. De verdade, não me arrependo nem um segundo. E voltei cheia de orgulho dessa menina.

Ela já tinha feito sua parte no programa do Jô(Videos I e II). Tinha se saído super bem no pânico da rádio Joven Pan( Videos I,II, III e IV). E eu não esperava menos dos shows, que começaram em São Paulo, no dia 03. Não vi muita coisa, queria ter surpresa no show que eu iria, dois dias depois. E me surpreendi com essa ex-rebelde, sabia?

Antes de tudo, eu confesso, não estava muito animada. Cheguei a pensar que realmente, a minha “cartinha” tinha tido algum efeito. Mas, não. Foi só chegar em frente ao Vivo Rio, diante daquela fila e sob aquele sol e calor infernal, que eu percebi ainda ser a mesma. Clima de fila é uma coisa que eu não explico. E apesar de não ter ficado tanto nela, já sabendo que pouco importava o lugar ali e o vamos ver seria lá dentro, eu senti um frio na barriga quando atravessei o a grade dos portões abertos e corri até a área vip. Conquistei meu espaço, não na grade. Mas perto o suficiente para não deixar o sorriso ir embora do meu rosto.

Sorriso que só cresceu quando ela entrou, arrasou, mostrou a que veio com o SEU sorriso. Aquele contagiante que é uma das suas marcas. Dava pra sentir felicidade transbordando por todos os lados daquele lugar. Principalmente no palco, onde Anahí fez jus ao nome da sua turnê e levou o público ao delirio.

Eu conheci uma Anahí mais madura. Talvez, a banda não tinha o perfil e ela, apesar de aparecer muito e com sucesso, não se mostrava tanto. Mas, sozinha, ali, ela dominou o palco. Dançou, cantou e se revelou junto a sua própria banda e dançarinos. Em um show perfeitamente ensaiado, com efeitos e surpresas em vários momentos.

Logo na abertura, ela surgiu de uma bolha e delira com a multidão que não cessa os gritos e canta junto “Mi delirio“.  A nova versão de “Desesperadamente Sola“, sua música de anos atrás, estava na boca dos fãs e levantou a todos. Então, ela nos lembrou RBD e começou a cantar “Algún Día“, música que eu amo e sempre quis ouvir nos shows.  E logo, ela aparece com seu jeitinho e apresenta “Para Qué“, uma das canções do seu disco que sai ainda esse mês. Não tinha gostado muito dela, mas no show é incrivelmente boa. Voltou pra RBD e cantou “Tal vez Despues“. Bate uma saudade da banda, com todo mundo cantando fervorosamente.

Bom, ela saiu e voltou com essa roupinha rosa. Sentou, sozinha no meio do palco e todo mundo respirou fundo, já sabendo o que viria pela frente. “Te puedo Escuchar” é a música que ela fez, para um amigo que morreu a algum tempo. Uma canção linda, tanto na letra quando na melodia. E cantar com emoção é algo que Anahí sabe fazer muito bem. Ela, que costuma “chorar” nessas músicas, deve ter derramado lágrimas de verdade no primeiro show. Não sei se elas caíram no show do dia 05, mas com certeza a emoção existiu. Dela e de todos. Impossivel não se emocionar ao olhar o telão e ver o close do seu rosto, de olhos fechados e deixando a voz sair. Seria frio não se arrepiar com seu olhar e sua sinceridade ao ouvir, emocionada, as palmas e os gritos de “Anahí, eu te amo” ao fim da canção. E eu posso dizer que esse foi um dos momentos, se não o mais, marcantes para mim.

Recomposta, ela voltou lá no seu passado musical e trouxe “Como cada día” e “No digas nada“, do RBD. Adoro as duas, e amo quando todo mundo sabe e deixa o show ainda mais emocionante.

E não é que essa safada, me surpreendeu com essa música? “Él me mintió”, do novo cd. Não dava nada por ela, mas no show ela é A música e eu vi Any arrasar.

Aí ela fez algo que foi super legal. Pra quem não sabe, a Anahí sofreu de Anorexia, e hoje, recuperada, luta por ajudar quem sofre desse mal. Uma fã no Brasil, fez uma música também envolta em uma campanha, e mostrou pra Any. Nos últimos shows do RBD, ela cantou. E agora em sua turnê, está cantando também. “Just Breathe” é linda,e sim, emocionante.

Depois, ela cantou uma música super agitada, mala surte. Essa hora eu fiquei meio parada, com os olhos pregados, mas sem cantar. Afinal, não sabia né? E emendou com uma super nova versão de “Superenamorandome”. Sua baladinha antiga voltou com força total, com direito a dancinha estilo Single ladies, e colocou o público em alfa com a coreografia, a cantora e os dançarinos(u lá lá) no palco.

Feito isso, ela saí de cena e sua dançarina faz um showzinho a parte enquanto ela troca de roupa e…volta vestida de fada pra cantar a música que jamais sairá de seu repertório. “Sálvame“, é a música que sempre leva os fãs a cantarem com todo o coração. E é sempre arrepiante ouvi-la ao vivo. Ainda mais, quando ela literalmente voa sobre o palco. Linda!

Passado o momento magia, a gente também tem uma Anahí rockeira. Toda espevitada e “fingindo” tocar muito, ela chega com sua guitarra e canta Claveles Importados, inédita mas que delira geral. Muito boa essa parte. Depois apresenta os músicos, os dançarinos e ela mesma como guitarrista. Dá uma escorregada na hora de ajoelhar e leva a galera a gargalhada.

Depois, do seu jeito mais fofo, ela nos faz lembrar os 4 anos de RBD, cantando um pouquinho deles.  Ao som de Así soy yo, Extraña sensación e Desapareció, ela finge encerrar o show. E aí sim, a galera grita sem pudor e se torna aquele público que por tanto tempo foi um só. Foi um dos momentos, em que ela subiu na caixa de som, e eu com o empurra-empurra estava ainda mais próxima e ela ficou tão cara a cara que eu travei geral. Gracias Any!

Mas, ela voltou e cumprindo com sua nova fase, veio toda “sexy”. Eu ri demais, porque sei lá…é engraçado. Só queria ter aquela barriga sarada dela, Jesus. Que é aquilo? rsrs E cantou “Hasta que me conociste”, e o povo delirouuuu… Toda safada! Depois, encerrou tocando os tambores cantando Probadita de mí, mas que fechou perfeitamente o Delírio que foi o show inteiro.

O show terminou, eu estava suada, cansada, rouca, com os pés doendo, mas…o sorriso continuava na cara. Depois de ver a rincha gigante por essa blusa que ela jogou, saí junto com a amiguinha de fila, encontramos o pai dela e Raquel nos esperando. Fomos embora e eu estava muito, muito feliz e cheia de orgulho da Anahí! E eu sabia que no outro dia teria mais.

Sim, porque o show extra estava super barato pra deixarmos passar. E por isso, no dia seguinte, no meio da tarde partimos rumo ao Leblon para um showzinho mais light, de pista e sem tanta preocupação. Oh god, quanta gente! #medo Fui esmagada sem nem estar na fila, e conseguimos um lugar bem ruinzinho. Mas deu pra ver super bem, porque ela vinha  toda hora pra caixa de som do nosso lado. Nunca vi um show de lado,esse foi o primeiro e bom…foi bom!

Então, tinha chegado o dia de ir embora. E uma chance pra encerrar essa viagem com chave de ouro.

O meu voo era às 09:30 da manhã de sábado. Chegamos ao aeroporto já sabendo que encontrariamos fãs por lá. Por que sim, a Anahí iria para Fortaleza naquela mesma manhã, daquele mesmo aeroporto. Enquanto eu despachava minha bagagem, vi os músicos fazendo check in. E fiquei nervosa. Eu tinha grande chances de encontrá-la na sala de embarque. As meninas, praticamente me obrigaram a entrar logo. E eu entrei. Mas, o azar ou sei lá o quê que me acompanha, me colocou no embarque internacional. E eu , que a principio não estava ligando muito e torcendo para ela não aparecer com medo de não reagir, fiquei frustrada com a ligação de Raquel me avisando que ela estava no embarque nacional, com voo atrasado, dentro da Lacoste. Estavamos separada apenas por uma porta de vidro. Fechada a 7 chaves.

E eu me frustei muito. Dei graças a Deus por não tê-la visto pelo vidro. Seria pior, muito pior.

Eu sei que quando entrei naquele maldito avião, não tenho vergonha de dizer, chorei. Chorei baixo e muito chateada, pensando no que poderia ter sido e por uma bobeira não foi. Agora eu começo a ver que não poderia fazer muita coisa, o destino não quis dessa vez. Mas eu fiquei muito triste. E percebi que aquela fã que eu pensava estar deixando pra trás, na verdade ainda está muito dentro de mim.  Independente do que pareça, ou do que digam, ela está aqui. E lateja a cada sensação frustrada como essa. Ainda mais ao se dar conta de que com o passar do tempo, as chances diminuem. As possibilidade vão desparecendo e a vida já não deixa tantas brechas.

A fé vai me cegando, mas eu insisto em voltar a acreditar a cada pensamento que me bate. É aí que entra aquele lance do saldo negativo. Eu sorri feito boba por dois dias. E já chorei por dois dias, só de escutar “Te puedo escuchar”. Só de lembrar. Só de pensar no que poderia ter sido, e por um erro do destino, não foi.

Talvez eu volte a pegar aquela carta e tente outra vez, buscar o meio termo. Continuarei sendo fã, amando e sorrindo a cada sucesso dessa menina. Não sei por quanto tempo mais, até quando o tempo  quiser. Não vou me cobrar, forçar a deixar isso de lado.  Só quero encontrar o meu equilibrio, para que eu não fique assim, tristinha, tantas vezes. Mas, é quase certo que eu não consiga de novo. E não vou me crucificar por isso. Faz parte do papel de ser fã. Faz parte do papel de amar alguém que eu não conheço só pelo que é, sem esperar nada em troca. Mesmo que por dentro há a esperança de que algum dia, não importa quando, eu receba um sorriso que seja, direcionado a mim…

nat1

O que será que será?

29 Outubro, 2009 at 12:53 am | In Coisa minha, Dia-a-Dia, Diversão, Just me | 5 Comments
Tags: , , ,

O que será que foi? O que será que é? E como canta Milton, o que será que será?

Depois de uma noite em Alcobaça, eu fiquei por lá uma semana ainda de pernas pra cima(novidade), vendo a vida passar numa boa e sem compromisso com nada do que planejei fazer. Eu havia levado livro pra ler, o qual nem toquei. Também estava na minha bagagem minha pasta de TCC, pra consertar algumas coisas e criar outras novas. Eu tinha textos em meu email para serem lidos e completarem meu “projeto de Finados” do TCC  que deveria estr pronto na próxima semana. E bom, nada fiz nessa vida. Peguei praia, peguei cor, curti os dias de mais à toa do que já sou.

Minha recepção em Ipatinga foi calorosa. Literalmente calorosa. Já nas primeiras horas em casa, marcas que duram até hoje e durarão por um bom tempo. A lasanha saindo do micro, fez questão de virar seu caldo estupidamente pelando sobre minha linda mão. Rá, bonito né? Tudo virou um vermelho só. Lavei pra aliviar o ardor. Limpei a sujeira, almocei lindamente o que sobrou da ex-lasanha e seguindo conselhos caseirou taquei clara de ovo na queimadura ao longo do dia. O vermelho foi embora e restou um pedaço marron, pequeno em comparação a tudo. No fim do dia uma pequena bolha…

…que acordou na segunda-feira, algo gigante. Sério, que medo. Uma bolha gigante que parecia ser inflada a cada segundo. Exageros a parte, a bolha era grande. Se tornou maior, e eu não podia estourar. Tinha que esperar. Comprei uma pomadinha e me contentei em aguardar a boa vontade dela de ir embora desse mundo, da minha pele, da minha vida…

Eis que cai um dilúvio em Ipatinga nesse dia. De deixar a gente no escuro por mais de duas horas. E minha querida bolha escolhe o exato momento que a luz se fue, para deixar o meu corpo(luto!). E ardeu, doeu e poupo vocês dos detalhes.

Outro dia, curativo maior que minha falecida bolhinha. E a chuva deixou extragos, levou minha bolha e  de quebra a vida saúdavel do pc da casa. Sentiu o clima e a razão do meu sumiço né? Eu até usava o outro pc da minha tia, mas aquele mini lap era meio missão impossível. Teclado pequeno demais pra mim. Eu não vivo sem cedilha e acento agudo(posso até esquecer de usar, mas ele precisa estar no teclado, okey?) Meu luto do sem pc de verdade, foi até sábado. Quando ele voltou firme, forte e tinindo.

Durante essa semana meio off, quem disse que eu coloquei alguma coisa pra andar? Muitas coisas na cabeça, muitas decisões por tomar, muito tudo pra fazer. Não me pergunte se tem algo feito. Não, não tem! Enrolei com TCC, ando enrolando demais com ele. Não sei, travei e não sai mais nada, mas precisa sair. Querendo ou não.

Comecei a ler o livro que levei pra Alcobaça. Já parei também, porque volto ao meu off. Off que tem outro motivo. O que tá rolando agora é bagunça no quarto. Sim, os materiais de scrap estão espalhados, o calendário hibrido está feito e logo logo sai no Scrapblog. A parada é a seguinte. A bagunça a qual me refiro são as roupas espalhadas, bolsinhas arrumadas com maquiagens, higiene, brincos, carregadores e cabos. Mala no chão, cabeça nas nuvens.

Porque eu tenho um caso de amor com essa cidade. Independente de tudo, do que dizem, do que é… boto coração pra mandar na razão e me voy. Uma semana de mais folga!(sempre é bom né?) Pessoas diferentes, lugares diferentes. E me desligo do mundo real até que ele me puxe de volta. O Interdisciplinar espera um pouco. O TCC já aguentou até agora, não custa aguardar mais um poquinho. O inglês eu atraso um pouquinho. O médico, o dentista eu marco outro dia. A queimadura cicatriza com outros ares. O fim de semestre apertado não vai ser perdido por alguns dias livres a mais . Domingo(9) tem ENADE., e sou obrigada a fazer . A volta tá marcada, 8 dias depois da partida . Se alguma coisa foi desculpa pra ir, dane-se. Eu uso a desculpa e vou na cara dura também. Posso não estar tão animada quanto deveria. Viagem decidida no puro impulso de um momento. Mas que agora já era.  Ou melhor será! O que será que será ainda não sei, mas será!

Na volta tem detalhes, espero que muitos. Tem histórias, daquelas que só acontecem comigo. Tem coisas que, eu acho, vocês só encontram aqui.Mas esses dias serão meus. Embarco de carteira vazia, sorriso na cara e coragem na alma.

Cidade Maravilhosa, I’m backing. ;)

nat1

Hey, somebody…

27 Outubro, 2009 at 1:56 pm | In Blog, Dia-a-Dia | 1 Comment
Tags: , ,

All right! No fear..I’m back.

Não foi tanto tempo assim, mas esse blog tá com cara de abandono. E antes que eu desapareça again, por mais alguns bons dias, eu apareço aqui pra explicar os últimos acontecimentos tristes e felizes. E claro, o motivo do novo off.

nat1

 

Próxima Página »

Blog no WordPress.com. | Theme: Pool by Borja Fernandez.
Entries and comments feeds.